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TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA

25 de dez. de 2016
2 min de leitura

2016 foi o ano da nudez. Ficamos nus de governo, de mercado, de decência, de vergonha na cara. Ficamos nus de atitudes, de pensamentos, de opiniões. Nesse mundo, cada vez mais “politicamente correto”, somente a decadência moral não é julgada, castigada. Mais do que nunca, problematizamos o fútil e banalizamos o sério. Piadas transformaram-se em crimes, opiniões foram taxadas de preconceito. Enquanto isso, os verdadeiros crimes são, cada vez mais, colocados sob responsabilidade do “meio”, da sociedade, eximindo de culpa os verdadeiros vilões. A esquerda, canhestra, conseguiu transformar a vítima em culpado, o pai de família em vilão, mas os criminosos, protegidos pela utopia marxista, amparados pela filosofia de Marcuse, esses são apenas vítimas dessa sociedade injusta e de um sistema malvado. Coitadinhos. 2016 foi o ano da nudez. O inimigo tirou a máscara e revelou quem, realmente, é. Os “movimentos sociais” mostraram sua face de massa de manobra. O movimento gay envergonha os gays, aos expo-los ao ridículo, como no caso do ITA, onde um imbecil, sozinho, colocou em cheque a postura de todos os gays, ao tirar a intimidade do quarto e leva-la para a formatura, desrespeitando a Aeronáutica, os professores, os oficiais, os colegas e, claro, os gays, que tanto lutam por respeito e espaço; O movimento feminista torna as mulheres vulneráveis, ao banalizar assédio e estupro, tirando a real importância de crimes tão graves. Cada vez que uma garota compara um elogio à um estupro, está diminuindo a violência sexual. Essas garotas, que problematizam um assobio, em nome do politicamente correto, escarnecem, com isso, a dor e o trauma das reais vítimas da violência. Não. Elas não sofreram um estupro. Sequer passaram perto disso. São apenas idiotas, carentes de atenção, sem a menor idéia do que falam; Os “coletivos sociais” pouco se importam com o povo. São massa de manobra partidária, sustentada com gordas contribuições, desviadas dos trabalhadores. Apoiadores de corruptos, que fantasiam-se de pobres enquanto, escarnecem dos mesmos. CUT, MST, Sindicatos, entre outros, servem, apenas, para enriquecer líderes bons de papo, que amealham um exército de desinformados, com pouco conhecimento e muita esperança, e os usam para mover as peças do tabuleiro político, em favor de quem pague mais. 2016 foi o ano da nudez. Os velhos políticos desnudaram-se. A farsa de direita x esquerda caiu por terra. Ficou claro que, no Brasil, a direita é inexistente. Representada, apenas, por meia dúzia de parlamentares que, sozinhos, pouco podem fazer contra uma horda esquerdista que divide-se para alternar no poder e encher os bolsos, enquanto insere, pouco a pouco, o Marxismo cultural, no seio da nossa sociedade. Afinal, para esse políticos profissionais, quanto mais contaminada a sociedade, mais poder de persuasão eles terão. 2016 foi o ano da nudez. Em 2017 devemos nos vestir, novamente. Que nos vistamos de coragem, de ética, de atitudes. Que nos vistamos de patriotismo, de informação, de vontade de mudar. Que, vestidos assim, esqueçamos a velha promessa de país do futuro e façamos do Brasil o país do presente. Que vistamos o verde e amarelo e jamais deixemos, novamente, desnudarem nossa pátria. O nosso país precisa de um povo que vista a camisa e que lembre, sempre: Toda nudez será castigada!


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