POLICIA PARA QUEM PRECISA
No último mês, vimos momentos de horror e barbárie tomarem as ruas dos Espírito Santo. A Paralisação da PM trouxe o caos à sociedade e mostrou-nos uma realidade diferente da que vemos nos discursos políticos e notícias televisivas. Enfim, percebemos a força da criminalidade e, mais assustador, o quão próxima está de nós. O frágil equilíbrio social, nossa ida no shopping, nosso sono, são protegidos, apenas, por uma instituição: A Polícia Militar.
Durante toda a paralisação, em meio aos saques e homicídios, eu aguardava, ansioso, a manifestação de algum esquerdista. Estes “justiceiros sociais”, que tanto pregam o fim da PM. Apenas o “comediante” Gregório Duvivier apareceu. Desta vez, porém, não puxou palavras de ordem, nem militou por nenhuma causa dantesca. Limitou-se a comunicar o cancelamento de um show, devido à falta de segurança.
Reparem, só, o tamanho da ironia. O marxista convicto, que sempre puxa o coro, ao lado de outros tantos “intelectuais”, pelo fim da instituição militar, cancelando o seu show, devido a falta de segurança causada pela ausência desta mesma instituição militar.
A luta da esquerda, pelo fim da PM, tem um objetivo claro: sindicalização. Perdendo o caráter militar e tornando-se uma instituição civil, a Polícia passaria a ser representada por um sindicato. Dessa forma, com regimento sindical, teriam à sua disposição um Exército Político, detentor das únicas armas remanescentes, após o (anti-democrático) desarmamento civil.
O militarismo, baseado em ordem, disciplina e patriotismo, é a última barreira que impede a implantação do socialismo no, já contaminado, Brasil. O desejo esquerdista pelo fim da PM não é devido à truculência, autos de resistência ou Amarildos. O desejo esquerdista pelo fim da PM é devido à DEMOCRACIA. Essa palavra tão simples, mas tão complexa e importante, que é defendida, às vezes com sacrifício da vida, pela PM, e odiada, com todas as forças, pelos asseclas de Marx.
Vida longa à PM. Essa instituição que, independente de qualquer coisa, defende o Brasil, acima de tudo.


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