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Caso de cuspe do Jean Wyllys em Bolsonaro:

5 de abr. de 2017
1 min de leitura

Em uma situação comum o caso seria tratado como crime de injúria, já que o ato foi uma ofensa à honra subjetiva de uma pessoa, mas por se tratar de um parlamentar que desfruta da imunidade penal (material) em suas palavras, opiniões e votos (que incluem gestos e outros atos), por mais irônico que seja, ele realmente pode ser julgado como inocente. Provavelmente deve estar passando na sua cabeça o caso do Jair Bolsonaro e a Maria do Rosário, que rendeu ao Deputado a situação de réu no STF [isso porque ele apenas falou que a petista não merecia ser estuprada]. - Mas ué, se todo parlamentar goza da imunidade parlamentar, por que então Bolsonaro ainda está sendo acusado no Supremo por algo tão tosco? - Vou lhe explicar de forma bem sucinta: dois pesos, duas medidas. A JUSTIÇA também é FAKE no Brasil (nada de novo).

Reparem bem na frase do ex-BBB após a decisão [a seu favor] no Conselho de Ética: "[...]tive uma reação espontânea, humana[...]"

Será que só o clã deles pode reagir de forma "humana"/instintiva? Vendo por esse ponto de vista não faz nenhum sentido, além de ser insustentável, manter o caso do J. Bolsonaro e Maria do Rosário no STF, já que o Deputado apenas reagiu de forma extintiva à acusação injuriosa, difamatória e caluniosa da Deputada petista, que inclusive, em um país sério não conseguiria fugir da Justiça, já que ela imputou-lhe uma acusação caluniosa à sua reputação.

Chega a ser cômico ver esses hipócritas "lutando" por direitos iguais, mas na hora H ninguém reclama por ser tratado/julgado de forma desigual, desde que seja o beneficiado!

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