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Economia de Soma Zero: A tese falaciosa e sua Relação com os Socialistas

24 de abr. de 2017
2 min de leitura

Uma das maiores mentiras do populismo é a de que para existirem ricos, obrigatoriamente, devem existir pobres. É uma afirmação, em absoluto, desprovida de honestidade intelectual, análise de situação ou conhecimento econômico. E pior, toda a teoria esquerdista baseia-se nessa mentira. Tomemos como exemplo os bilionários da tecnologia, Gates, Jobs, Zuckerberg, Page, Brin, Bezos, todos estes criaram produtos novos. Fizeram fortunas, com algo, que até então, não existia. Ou seja, CRIARAM riqueza e, com isso, movimentam uma cadeia de milhares de profissionais, que recebem uma parte dessa riqueza e a injetam no mercado, através do consumo. Imaginemos, então, qual o impacto econômico destas empresas. Quantos engenheiros, designers, projetistas, analistas, vendedores, embaladores, motoristas, secretários, auxiliares de serviços-gerais, etc... Tiram o sustento de suas famílias, através destas empresas, que fazem um serviço e movimentam um patrimônio que era inexistente, até as suas criações. Imaginemos, também, que cada um desses funcionários consomem, diariamente, toda a sorte de produtos. Do cafezinho ao carro novo, do cereal matinal à casa própria. São milhares de pessoas, consumindo o que outros milhares produzem, graças à uma riqueza nova, recém-criada. Do outro lado do cenário existem os consumidores. O pedreiro, que construiu a casa que o engenheiro comprou; O jardineiro, que cuida do paisagismo da piscina do empresário; O metalúrgico, que construiu o carro novo do analista; O atendente, que vende o café do vendedor. Todos esses, por sua vez, consomem, diariamente, os produtos criados pelos seus clientes. Têm suas contas no Facebook, pesquisam no Google, compram na Amazon... E, assim, a roda do capitalismo gira, criando mais, e novas, riquezas. Ao contrário do que rezam os “intelectuais” da esquerda, não é, em absoluto, interessante, para o capitalismo, que a pobreza se perpetue, pelo contrário, quanto mais pessoas inseridas no ciclo do consumo, mais forte será o mercado, e mais riqueza será criada. Prova disso são os exemplos de miséria, utilizados por esses mesmos intelectuais: Países africanos, sob jugo de ditaduras, ou latino-americanos, dominados pelo populismo. Somente nesses casos, onde a liberdade econômica é cerceada e, apenas, os governantes (e seus amigos) centralizam toda a riqueza, essa não é distribuída. Não por acaso, os países com maior liberdade de mercado são, também, os países com menor pobreza. Economia não é uma operação de soma zero. As riquezas não são limitadas. Criam-se, renovam-se. O único sistema, no planeta, que depende, de forma vital, da pobreza, é o socialismo. A miséria é necessária para que o discurso populista tenha sentido. Por isso, quando no poder, seus propagandistas e ideólogos farão de tudo para perpetua-la. Afinal, para esses abutres políticos, incompetentes para criar o próprio patrimônio, a única opção é roubá-lo, dos iludidos trabalhadores. Esses, sim, têm riquezas vazias e centralizadas. Esses, sim, fazem da economia uma operação de SOMA ZERO.


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