CIRCO DE HORRORES: Queer Museu

Essa semana vivenciamos o que, ao meu ver, foi um dos maiores escândalos sexuais e morais, dos últimos tempos. Apesar de justificado e abafado, na medida do possível, pela imprensa regular, o caso do “Queer Museu”, exposição do Santander Cultural, em Porto Alegre, mostrou-nos, definitivamente, o quão grave é a situação de decadência da nossa sociedade. Segundo os próprios organizadores, mais de 100 escolas visitaram a mostra, que continha profanação de símbolos sacros, pedofilia, zoofilia, entre outras insanidades. Não contente, como se as “obras” não ultrapassassem, por si só, o limiar do aceitável, disponibilizaram um espaço, aberto ao público infantil, para que as pessoas “se tocassem e alterassem a percepção de gênero”. Como se a palhaçada não fosse o suficiente, após a pressão popular forçar o Santander a encerrar a exposição (financiada com dinheiro público, captado através da lei de incentivo à cultura), o Ministério Público do Rio Grande do Sul expediu um parecer, dizendo não considerar o material pedófilo. Para o digníssimo promotor, um quadro onde um adulto, nu, deita-se sobre um bebê, enquanto outro mantém as pernas, da criança, abertas, e um terceiro assiste, deve ser considerado como? Entretenimento familiar? O aparelhamento das instituições chegou ao limite, transformamo-nos em uma, real, ditadura das minorias, onde os supostos oprimidos têm inimputabilidade. A eles, tudo é permitido. Mesmo os crimes mais hediondos. Se não respondermos, à altura, e exigirmos respeito, ao menos para nossas crianças, logo a situação tornar-se-á irreversível. Enquanto permanecemos calados, amordaçados pelo “politicamente correto”, estamos nos transformando em personagens desse espetáculo Dantesco. Todo um país transformado em um circo de horrores, e sua população de bem, honesta e trabalhadora, transformada em palhaços, mudos e tristes, dominados pelas verdadeiras aberrações. Que Deus proteja o nosso Brasil!


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